sábado, 22 de agosto de 2009
_Tive uma ideia!
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Se a Terra parasse de girar
domingo, 5 de julho de 2009
Frases Comentadas Parte 4
sábado, 27 de junho de 2009
Santidade através do óbito

domingo, 21 de junho de 2009
Frases Comentadas Parte 3
sábado, 30 de maio de 2009
Nós não percebemos, mas ela já não é tão fascinante assim.

Ontem por qualquer motivo, fui colocado a frente de uma obra de arte. Conhecida pelo mundo como uma das maiores de todos os tempos. E eu, um mero rapaz conteporâneo do século XXI não possuia a menor noção do seu teor de genialidade e emoção, me deixando completamente perplexo e rendido, como se estivesse visto qualquer coisa assustadora demais para me paralisar. Era a Nona Sinfonia de Ludwig Van Beethoven.
Essa experiência me levou a uma série de reflexões sobre a música. Reflexões que tiveram constatações catastróficas, algumas já conhecidas, outras esperadas. O resumo da ópera é que a minha geração e provavelmente a sua, foi tomada por uma ignorância musical sem precedentes. Não precisamos ser historiadores ou grandes maestros para constatar que ao contrário de outras áreas, a música teve uma enorme pausa na sua evolução no final do século XX. Não satisfeitos, os responsáveis pelas expressões musicais atuais iniciaram uma queda livre desesperadora de criativadade e qualidade. Não falo de estilos. Não se pode comparar música erudita, com jazz, rock n' roll, ou um partido alto. Cada estilo nasce de verdades diferentes e seguem caminhos distintos. O que julgo é a mediocridade de quem hoje é idolatrado por fazer "música", mas que no fim das contas é um simples ignorante, e não sabe ao menos o que é um diapasão. Nós, apreciadores, ouvintes, seja lá qual for a nomeclatura, mas que apenas gostamos de música não temos esta obrigação, mas quem vive dela tem.
Não era a intenção no começo do post, mas vi que seria inevitável não dar nome aos bois. A música deixou de ser uma expressão artística, algo que nascia de um sentimento, de um ideal. Passou a ser mercadoria. Artistas mundialmente conhecidos, hoje não passam de uma minuciosa seleção de casting. Jonas Brothers, Britney Spears, Spice Girls e BackStreetBoys, são personificações do que hoje faz sucesso. A música virou moeda, e das mais valorizadas. O verdadeiro músico, sem os mesmos potenciais estéticos dos integrantes dos grupos citados anteriormente, fica atrás do palco, seu talento é roubado descaradamente e transferido a outra pessoa. Ele não reclama porque é isso que o mantém fazendo o que ama. Ele aceita ser coadjuvante, mesmo sabendo ser o protagonista. Vivo me perguntando: Quando essa terrível tendência nasceu? Não sei. Mas, pense em Michael Jackson. Ele tinha uma escola musical fantástica, o soul music, um estilo que esbanja talentos como James Brown e sua trupe por exemplo. Porém qual é o título de orgulho do nosso bicolor Michael? O Rei do Pop.
Onde quero chegar?
Isso é a síntese do que aconteceu com a música. A essência, o talento, o dom, não são mais valorizados e o que vale agora é a imagem, o ícone.
Coloquei aqui o trecho do filme "O Segredo de Beethoven", para que vocês ouçam com seus próprios ouvidos o que estou tentando dizer. Beethoven praticamente iniciou o período Romantico na música erudita, e como todo artista romântico ele defendia a liberdade de expressão, a sinceridade na arte. E isso é notável neste vídeo, que, mesmo sendo uma interpretação ficcional, sentimos que a música é sincera, que foi uma criação carinhosamente elaborada, e executada pelo autor enquanto lhe restava forças. Mas infelizmente a sinceridade na música não é notada, atualmente boa parte do mundo não tem essa sensibilidade. Mas a cada dia fica mais fácil de perceber quem ama a música e quem apenas trabalha com ela. Pois é complicado acreditar na sinceridade da música dos Inimigos da HP quando se lembra de Cartola, que se foi sem nenhum centavo no bolso e cantando até seus últimos suspiros os sambas seus sambas mais sinceros.
Os vídeos. Compare e Comprove:
terça-feira, 12 de maio de 2009
Frases Comentadas Parte 2
Adriano Ferrari
Chama-se paradoxo. É exatamente o que acontece nesta situação. Um dos inúmeros que nos deparamos em nossas vidas a fora. Realmente a mente se confunde com essas loucuras programadas pra confrontar os dois lados de nossos cérebros. Frases politicamente corretas estampadas em embalagens de drogas lícitas tem a única função de lavar as mãos de quem continua lucrando com elas. Mercado não falta, e mesmo que o Ministério da Saúde advirta, não há força social ou política que impeça o comportamento de consumir estes produtos. E acredito que não seja essa intenção, porque os interesses financeiros por trás de toda a cadeia envolvida são até mais fortes que o desejo incontrolável do mais iniciante abstêmio.
sábado, 2 de maio de 2009
Frases Comentadas Parte 1
domingo, 26 de abril de 2009
Namoradinha do Brasil
terça-feira, 3 de março de 2009
Silogismos
Silogismo 1
Deus ajuda quem cedo madruga
Quem cedo madruga, dorme à tarde...
Quem dorme à tarde, não dorme à noite...
Quem não dorme à noite, sai na balada...
Conclusão: Deus ajuda quem sai na balada!!!
Silogismo 2
Deus é amor.O amor é cego..
Steve Wonder é cego.
Conclusão: Steve Wonder é Deus.
Silogismo 3
Disseram-me que eu sou ninguém.
Ninguém é perfeito.
Logo, eu sou perfeito.
Mas só Deus é perfeito.Portanto, eu sou Deus.
Se Steve Wonder é Deus, eu sou Steve Wonder!!!
Meu Deus, eu sou cego!!!
Silogismo 4
Imagine um pedaço de queijo suíço, daqueles bem cheios de buracos.
Quanto mais queijo, mais buracos.Cada buraco ocupa o lugar em que haveria queijo.
Assim, quanto mais buracos, menos queijo.Quanto mais queijos mais buracos, e quanto mais buracos, menos queijo
Conclusão: quanto mais queijo, menos queijo.
Silogismo 5
Toda regra tem exceção.
Isto é uma regra.Logo, deveria ter exceção.
Conclusão: nem toda regra tem exceção.
Silogismo 6
Existem biscoitos feitos de água e sal.
O mar é feito de água e sal.
Conclusão: o mar é um biscoitão.
Silogismo 7
Quando bebemos, ficamos bêbados.
Quando estamos bêbados, dormimos.
Quando dormimos, não cometemos pecados.
Quando não cometemos pecados, vamos para o Céu.
Conclusão: vamos beber para ir pro Céu!
Silogismo 8
Penso, logo existo.
Loiras burras não pensam, logo, loiras burras não existem.
Meu amigo diz que não é viado porque namora uma loira inteligente.
Se uma loira inteligente namorasse meu amigo ela seria burra.
Como loiras burras não existem, meu amigo não namora ninguém.
Conclusão: meu amigo é viado mesmo.
Silogismo 9
Hoje em dia, os trabalhadores não têm tempo pra nada.
Já os vagabundos..., têm todo o tempo do mundo.
Tempo é dinheiro.
Conclusão: os vagabundos tem mais dinheiro que os trabalhadores.
